A Justiça determinou o bloqueio de bens no valor de R$ 2,1 milhões do prefeito de Caldas Novas, Evandro Magal (PP), por ato de improbidade administrativa cometida em 2004. Segundo a investigação, o pepista teria adulterado uma lei municipal para desafetar e autorizar a doação de dez áreas em Caldas, gerando prejuízo aos cofres públicos.

Segundo a investigação do Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO), as áreas seriam destinadas para regularização de lotes de famílias carentes, mas, ainda de acordo com a ação, foram doadas a parentes do prefeito e de vereadores.

Pelo Facebook, Magal comentou a decisão da Justiça, dizendo ter sido “vítima” de uma fraude. “Acontece, meus amigos, que, segundo o Ministério Público, em uma destas leis, houve, de maneira criminosa, irresponsável e maliciosa, a alteração de uma das leis que autorizaram a regularização das referidas áreas”, postou o prefeito, que também administrou Caldas entre 1997 e 2004.

No texto, Magal afirma que chegou a registrar boletim de ocorrência para deixar claro que a assinatura que constava na lei não era dele.

“Vou provar na Justiça que não fui o responsável por assinar aquele documento. Irei, inclusive, juntar cópia destes boletins de ocorrência na minha defesa judicial”, garantiu.

Fonte: O Popular